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Plantas & Animais

Momentos marcantes e descobertas envolvendo tubarões em 2020

Reveja neste post as descobertas marcantes de 2020 relacionadas a diversas espécies de tubarões. (Imagem de baechi por Pixabay)

Reveja neste post as notícias e descobertas impressionantes relacionadas a tubarões em 2020!

(Imagem de Christel SAGNIEZ por Pixabay)

O berçário pré-histórico no Chile

Num artigo publicado em 22 de maio de 2020, pesquisadores relatam a descoberta de uma berçário de tubarões-brancos na costa do Chile. Ademais, o estudo mostrou que inúmeros filhotes desses animais podem ter crescido e aprendido a caçar na região. Essas conclusões foram possíveis pela análise de dezenas de dentes fossilizados presentes no solo oceânico na região. Esses dentes, aliás, mostraram-se pertencentes a animais jovens provavelmente em desenvolvimento.

Espadartes assassinos de tubarões em 2020

Os assassinatos foram incomuns, sem muitas evidências. Tubarões, principalmente do gênero Alopias sp, apareceram mortos em diversas regiões do Mar Mediterrâneo. Todavia, a característica em comum: pontos vitais perfurados pelos bicos de espadartes. O vídeo abaixo mostra uma fêmea que foi vítima de tal ataque nas praias do Líbano. Nesse sentido, segundo pesquisadores, os espadartes podem estar adotando essa abordagem violenta por causa da falta de alimento -devido à pesca – na região.

Batalhas entre tubarões-brancos e lulas-gigantes

Entre os anos de 2008 e 2020, cientistas observaram tubarões-brancos jovens com cicatrizes estranhas nos mares que banham a costa do México. Baseados na Ilha de Guadalupe, os pesquisadores registraram posteriormente, num artigo publicado em outubro, que as feridas – muitas vezes fatais – tiveram origem em confrontos com lulas-gigantes. De acordo com os autores, os tubarões estão caçando esses cefalópodes em encontros violentos para tentar obter alimento.

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Os tubarões sociais

Apesar dos tubarões parecerem caçadores solitários e mortais, estudos que vieram à tona em agosto podem argumentar o contrário. Pesquisadores mostram no artigo como os tubarões-cinzentos-de-recife (Carcharhinus amblyrhynchos) podem formar grupos sociais ao longo dos anos. Nesse sentido, os cientistas mostraram as áreas em comum utilizadas pela espécie e a partir disso puderam identificar uma sociabilidade dos bichos baseada nos recifes de corais.

Catalogadas duas novas espécies vivas de tubarões em 2020

Pilotrema annae e Pilotrema kajae são os nomes das duas espécies, bem semelhantes, descobertas na Tanzânia e Madagascar, respectivamente. Por conseguinte, os animais têm aproximadamente 1,5 metros de comprimento e se alimentam de peixes e crustáceos. Contudo, a parte curiosa é que esses tubarões possuem focinhos no formato de serras, com diversos dentes e pequenas antenas semelhantes aos bigodes dos bagres.

(Imagem de PublicDomainPictures por Pixabay)

O tubarão galhudo de duas cabeças

Diretamente do litoral de São Paulo, aliás, pescadores e pesquisadores brasileiros identificaram uma anomalia morfológica em um filhote de tubarão. Pescadores capturaram, assim, o animal em suas redes e, ao perceber a anomalia, entraram em contato com os pesquisadores da região. Edris Queiroz, cientista responsável por estudar o animal, constatou que esse foi o primeiro caso de um tubarão galhudo siamês, com órgãos duplicados, inclusive.

(Edris Queiroz)

A descoberta de dois novos tubarões pré-históricos

Nos estados americanos do Alabam e da Geórgia, por conseguinte, pesquisadores encontraram fósseis de duas espécies de tubarões pré-históricos: Mennerotodus mackayi e Mennerotodus parmleyi. Estudos morfológicos mostraram que ambas as espécies são ancestrais dos tubarões-cinza modernos, que habitam inclusive o litoral brasileiro. O M. mackayi viveu principalmente próximo ao Golfo do México, há mais ou menos 65 milhões de anos – no mesmo local e período nos quais houve o impacto do meteoro que extinguiu os dinossauros. O M. parmleyi, por outro lado, viveu em regiões próximas mas muito depois da extinção dos dinossauros, há mais ou menos milhões de anos.

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Mateus Marchetto
Publicado por

Aluno de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Paraná, professor de inglês, apaixonado por ciência e divulgação científica. Me interesso principalmente pelas áreas de microbiologia, bioquímica e bioinformática.

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