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Michael Faraday – quem foi e o que descobriu

Fotografia de Michael Faraday.

Michael Faraday (1791-1867) foi um físico e químico inglês. Em 29 de agosto de 1831, ele descobriu a indução eletromagnética.

Juventude de Michael Faraday

Michael Faraday nasceu em Newington Butts, em Londres, Inglaterra, em 22 de setembro de 1791. Filho de ferreiro, recebeu educação básica na escola. Aos 13 anos, ele teve que deixar a escola e se tornou entregador de jornais.

Um ano depois, o livreiro da cidade contratou Michael como aprendiz de encadernador. Morando na casa de seu empregador, Michael teve acesso a muitos livros, que ele devorou ​​em seu tempo livre.

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Em 1810, aos 19 anos, Faraday fez um curso de curta duração em filosofia natural. No mesmo ano, foi convidado a assistir a palestras de Sir Humphry Davy, químico inglês e presidente da Royal Institution.

Início no mundo científico

Aos 20 anos, decidiu abandonar o emprego e, com o desejo de se inserir em um laboratório científico, escreveu uma carta a Sir Humphry Davy, que recebe Faraday e, em março de 1813, o aceita como assistente de laboratório na Royal Institution. Anos mais tarde, Sir Humphry Davy disse: “A maior das minhas descobertas é Faraday”.

Sete meses depois, como assistente de Sir Humphry, Faraday viajou pela Europa em uma viagem científica, durante a qual o químico deu várias palestras e ensaios. Em abril de 1815, de volta ao Instituto, Faraday continuou sua carreira e se tornou o sucessor de Davy como chefe do laboratório.

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O notável trabalho e as descobertas de Faraday estabeleceram-no como o representante mais proeminente da física experimental do século XIX.

Casada com Sarah Bernard, sem filhos, Faraday morou em uma casa doada pela Rainha Vitória devido aos serviços prestados ao país e, consequentemente, à Coroa.

Michael Faraday morreu em Hampton Court, Inglaterra, em 25 de agosto de 1867.

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Experiências e descobertas

Por volta de 1821, atraído pelos experimentos do físico dinamarquês Oersted, Faraday verifica, ao reverter o experimento, que a corrente elétrica tem a propriedade de mudar a direção de uma agulha magnética . Ele então prova que os ímãs exercem uma ação mecânica sobre os condutores atravessados ​​pela corrente elétrica.

Para chegar a essa conclusão, Faraday coloca um ímã verticalmente acima de um banho de mercúrio, de modo que uma de suas pontas fica submersa no líquido. Ele então conecta um fio condutor ao mercúrio, fechando assim o circuito, e observa que o fio se move em torno de seu ponto de suspensão e circula em torno do ímã.

Se, ao contrário, o fio fosse mantido fixo e o ímã livre, o ímã girava em torno do fio. Com essa experiência, fundamental para um maior desenvolvimento tecnológico, Faraday criou o primeiro motor eletromagnético.

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Em 1825, isolou o benzeno e, voltando aos experimentos sobre eletromagnetismo, descobriu a indução eletromagnética em 29 de agosto de 1831. O fenômeno já percebido por Argo e Ampère foi comprovado cientificamente por Faraday.

As leis de Faraday

Em 1834, revisando o trabalho de Alessandro Volta sobre fenômenos eletroquímicos, Faraday realizou uma série de experimentos e mostrou que uma transformação química pode ser causada pela passagem de eletricidade por soluções aquosas de compostos químicos, o que resulta no estabelecimento de “leis de eletrólise”, também conhecida por leis de Faraday.

A primeira lei de Faraday afirma que a massa da substância decomposta pela eletrólise é proporcional à quantidade de eletricidade que passa pelo eletrólito. A segunda lei diz que os pesos das diferentes substâncias liberadas pela mesma quantidade de eletricidade são proporcionais aos seus equivalentes químicos.

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A quantidade de eletricidade necessária para liberar o equivalente a um grama de qualquer substância é chamada de “faraday”.

Redação
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A SoCientífica, abreviação para Sociedade Científica, nasceu em agosto de 2014 da vontade de decifrar as novidades no mundo científico e transmiti-las para uma sociedade que depende da ciência e tecnologia mas que sabe muito pouco sobre elas. Em um momento em que a desconfiança está se sobressaindo e novas ondas negacionistas de evidências surgem, a SoCientífica está empenhada em ajudar a trazer iluminação para a sociedade novamente.

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