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História & Humanidade

Conheça 5 piratas famosos que dominaram os mares

piratas de verdade atuaram por anos

A franquia Piratas do Caribe faz extremo sucesso, mas realmente houve uma Idade de Ouro da Pirataria. Homens e mulheres faziam fortunas incalculáveis em ouro, prata, joias e mercadorias, navegando pelos 7 mares. Alguns ganharam tanta fama que ainda são lembrados no imaginário popular.

O mar era uma área ocupada não apenas por piratas, como também por corsários, lutadores pela liberdade e alguns que eram, bom… apenas ladrões e assassinos. Mas, todos eles se destacaram durante algum período, tanto que são tratados como referências em navegação.

o capitão Morgan um dos maiores piratas de todos
Imagem: Domínio público.

1.     Capitão Morgan: Bebendo no sucesso

O capitão Morgan (do País de Galês, 1635-1688 d.C) se tornou uma marca de rum bem conhecida. Henry Morgan tem uma infância desconhecida, embora os historiadores concordam que ele nasceu em uma família de agricultores. Além disso, o mistério também envolve o que o levou a ser um corsário.

Existe uma história de que o capitão Morgan ordenou que seus homens trancassem os moradores de Porto Príncipe, na época pertencente a Cuba, dentro de uma igreja, para que pudessem saquear a cidade sem impedimentos. Mas, a maior conquista foi a Cidade do Panamá, usando 30 navios e 1.200 homens.

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Imagem: Oxigênio Tetuão.

2.     Sayyida al-Hurra: reverenciada a ninguém

Sayyida al-Hurra (ibérica, 1485-1561 d.C.) foi uma pirata que se converteu ao islamismo, ela possuía uma ótima educação, sendo boa em matérias como matemática, teologia e línguas. Aliás, Sayyida al-Hurra significa “dama nobre que é livre e independente; a mulher soberana que não se curva a nenhuma autoridade superior”.

Em algum momento se tornou pirata e embora não tenha conseguido enfrentar os espanhóis e portugueses, causou estragos no comércio marítimo. Além disso, firmou parceria com Oruç Reis (irmão de Barba Ruiva) e foi derrubada por seu genro, perdendo suas propriedades e poder.

Imagem: Allen & Ginter.

3.     Barba Negra: O Homem Selvagem do Mar

Barba Negra é um dos piratas mais conhecidos de todos os tempos. Registrado como Edward Teach (da Inglaterra, 1680-1718 d.C.), quando pirata impôs um ritmo selvagem para as batalhas. Ele contava com pistolas e adagas em seu peito, enquanto segurava duas espadas. Além de enrolar fusíveis fumegantes na longa barba.

Sob seu comando, o grupo que liderava conseguiu capturar mais de 40 navios mercantes no Caribe, sendo que muitos prisioneiros foram mortos. Quando o Barba Negra foi capturado pela Marinha Real, sua cabeça foi arrancada e erguida em uma estaca, servindo de aviso para outros companheiros do mar.

Imagem: Domínio público.

4.     Redbeard: The Barbarossa Brothers

O grego Hayreddin Barbarossa (1466/1478-1546 a.C.) é um dos piratas mais conhecidos da sua época, fazendo muito sucesso durante o período glorioso do Império Otomano. O homem tinha três irmãos e todos eles viraram piratas, conquistando riquezas e fama, sempre em busca de ataques em navios europeus no Mar Mediterrâneo.

Barbarossa e sua equipe conquistaram a cidade de Argel, no norte da África e firmaram um acordo com os otomanos para se protegerem dos espanhóis. Em 1518 seus irmãos foram mortos durante um combate. Assim, Hayreddin herdou o apelido do irmão, “Barbarossa” e continuo servindo o Império Otomano.

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Foto: Suzanne Mischyshyn / Estátua da Graça O’Malley.

5.     Grace O’Malley: The Irish Rover

A irlandesa Grace O’Malley (1533-1603 d.C.) era filha de um nobre comerciante do mar e após a morte do pai, herdou o negócio de transporte marítimo. De fato, essa pirata nunca aceitou os rótulos dados às mulheres no século 16, e sempre abraçou uma vida no mar. Assim, comandou a sua frota de navios mercantes.

Com a renda do negócio e mais as terras herdadas de sua mãe, fizeram com que se tornasse rica e politicamente poderosa. Desse modo, Grace comandou cerca de 20 navios em ataques contra clãs rivais e outros navios mercantes. A atuação seguiu até os 56 anos, quando foi capturada, só que conseguiu ser libertada em uma petição à rainha e viveu mais alguns anos.

Com informações de Ancient Origins.

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Erik Behenck
Publicado por

Erik Behenck é jornalista, adora novas descobertas e apaixonado pela escrita.

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