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História & Humanidade

Crânio de Luzia é encontrado nos escombros do Museu Nacional

O fóssil foi descoberto durante uma escavação em 1975, em Mina Gerais, e está entre os humanos mais antigos das Américas.

Um dos bens mais valorizados do Museu Nacional foi encontrado em meio a destroços, depois que um enorme incêndio destruiu quase todo o Museu.

O diretor do museu, Alexander Kellner, disse à Associated Press que o fóssil de Luzia foi recuperado e que o fóssil estava quebrado.

— Nós conseguimos recuperar o crânio de Luzia. É claro que, em virtude do acontecimento, sofreu algumas alterações, tem alguns danos. Mas nós estamos comemorando — disse Cláudia Rodrigues, professora que integra o Museu Nacional, ao O Globo. — O crânio foi encontrado fragmentado, e a gente vai trabalhar na reconstituição. Pelo menos 80% dos fragmentos foram identificados — continuou ela.

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Fragmentos do fóssil humano mais antigo das américas encontrado terras brasileiras, a Luzia, são exibidos durante uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro, Brasil, em 19 de outubro. Foto: Carl de Souza / AFP / Getty Images

O fóssil foi descoberto durante uma escavação em 1975, em Mina Gerais, e está entre os humanos mais antigos das Américas.

Foi-lhe dado o nome de Luzia em homenagem a Lucy, os famosos restos de 3,2 milhões de anos encontrados na África.

O Museu Nacional abrigava a maior coleção de artefatos históricos da América Latina, com cerca de 20 milhões de peças.

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