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Azeite de Oliva: ele realmente ajuda a emagrecer?

O azeite de oliva é extremamente rico em ácidos graxos monoinsaturados e possui diversas propriedades que contribuem para reduzir as concentrações de LDL (mau colesterol) e aumentar as taxas de colesterol bom (HDL).

Além disso, ele possui diversas substâncias antioxidantes, também conhecidas como polifenóis. Assim, seus benefícios são os mais variados: ajudam a proteger de alguns tipos de câncer, evitam doenças cardiovasculares e mediam na inflamação do organismo humano. Vale ressaltar que todo o teor de antioxidantes determinam a estabilidade do azeite de oliva, fazendo com que o tempo de conservação e o ph mudem.

Azeite de oliva: como usar e quais benefícios
Azeite de oliva: como usar e quais benefícios

O azeite de oliva é extremamente rico em ácidos graxos monoinsaturados e possui diversas propriedades que contribuem para reduzir as concentrações de LDL (mal colesterol) e aumentar as taxas de colesterol bom (HDL). 

Além disso, ele possui diversas substâncias antioxidantes, também conhecidas como polifenóis. Assim, seus benefícios são os mais variados: ajuda a proteger de alguns tipos de cânceres, evitam doenças cardiovasculares e mediam na inflamação do organismo humano. Em suma, vale ressaltar que todo o teor de antioxidantes determinam a estabilidade do azeite de oliva. Desta forma, fazem com que o tempo de conservação e o ph mudem.

Por que o azeite de oliva é determinado por sua acidez?

Toda a sua qualidade está relacionada com sua acidez e nível do pH. Você deve estar se perguntando o porquê isso acontece, a resposta é simples. Todo o tempo em que pragas estiveram em contato com o azeite de oliva, qual o clima do local de seu preparo, como fora feita a manipulação das azeitonas e produtos e sobre como foi realizado o processo de fabricação e armazenamento, todo dano que a azeitona possa ter sofrido durante esses procedimentos poderão influenciar em seu nível de acidez.

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Benefícios do azeite de oliva

  • O azeite de oliva ajuda a diminuir o colesterol ruim
  • Contribui absorção de vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E, K)
  • Fonte de antioxidantes, fazendo com que você se previne de doenças como o câncer
  • Ação anti-inflamatória
  • Fonte de gordura mono e polinsaturadas
  • Fonte de vitamina E

Azeite de oliva emagrece?  Veja mais pesquisas sobre

O que a ciência vem nos provando todos os dias é que o azeite de oliva ajuda a emagrecer e pode ser utilizado nas mais variadas dietas para perda de peso. Ele possui o poder de aumentar a sensação de saciedade do indivíduo, fazendo com que a pessoa demore para sentir fome. Como ele possui ação anti-inflamatória, ainda serve como ótimo alimento para pessoas que sofrem com obesidade. Assim, quando associado com a prática de atividades físicas poderá auxiliar consideravelmente na perda de peso.

A UFMG realizou uma pesquisa em que durante nove semanas observaram diferentes mulheres. Elas foram divididas em dois grupos  e ambos não tinham como hábito consumir o azeite de oliva e estavam acima do peso. Um dos grupos deveria ingerir cerca de 25 ml de óleo de soja pela manhã diariamente, enquanto o outro grupo fazia o uso do azeite de oliva. Elas consumiam estes produtos juntamente com leite desnatado, polpas de frutas,  chocolate ou cacau em pó e muitos outros. Em suma, a pesquisa agiu de maneira restritiva: o intuito era saber como o óleo agiria no corpo humano com uma baixa carga de calorias.

Quando essas 9 semanas se passaram, notou-se que as mulheres que ingeriam o azeite de oliva obtinham um melhor resultado físico e mais satisfação com o corpo. Além disso, conseguiram perder mais que 85% de massa corpo que aquelas que consumiam o óleo de soja pela manhã. Neste primeiro grupo, notou-se também uma diminuição da pressão arterial.

Posso usá-lo para cozinhar?

Ouvimos sempre que não se deve usá-lo para cozinhar alimentos, isso porque ele tenderá a perder suas propriedades e irá se tornar uma malefício.Não estão errados: o preparo do seu alimento não pode passar de 170 graus. Isso porque as moléculas tendem a se quebrar com uma alta temperatura, tendendo a entrar em ponto de ebulição e soltar partículas.

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Portanto, o mais recomendado neste momento é usar o fogo mais baixo ou consumir o alimento em sua forma natural. Outra dica para sua conservação é colocá-lo em um vidro mais escuro, impossibilitando a entrada da luz que irá degradá-lo. Essa técnica também é utilizada em laboratórios para proteger o ácido sulfúrico, já que a luz tem o poder de degradar a matéria.


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