Astrônomo amador registra a explosão de uma supernova com uma… câmera

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Um astrônomo amador registrou uma supernova com uma câmera durante os primeiros momentos da explosão, dando aos físicos um vislumbre de uma longa e esperada fase da morte de uma estrela

Víctor Buso viu a supernova do telhado do seu observatório em Rosário, Argentina, em 20 de setembro de 2016, quando apontou o telescópio em direção da galáxia espiral NGC 613 para testar uma nova câmera. Para evitar a poluição luminosa da cidade – Rosario é uma cidade de cerca de 1,2 milhão de habitantes – ele tirou uma série de cerca de 100 imagens que foram expostas durante 20 segundos, abrangendo cerca de uma hora e meia.

Ao longo da última meia hora de observações de Buso, a supernova apareceu e depois duplicou em brilho. Em 2013, os astrônomos descobriram uma supernova poucas horas depois da sua explosão, mas essa é uma das primeiras a serem detectadas antes de explodir.

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“Por conta de que não há como prever quando e onde uma supernova irá aparecer, esse tipo de observação é extremamente rara”, diz a astrofísica Melina Bersten, da Universidade Nacional de La Plata, na Argentina, que relata detalhes da supernova na revista Nature.

A mancha negra na parte inferior direita desta imagem é uma supernova que ocorreu próximo à galaxia NGC 613. Um astrônomo amador na Argentina capturou a explosão em quase 100 imagens tiradas com uma câmera semicondutora de óxido metálico complementar.
A mancha negra na parte inferior direita desta imagem é uma supernova que ocorreu próximo à galaxia NGC 613. Um astrônomo amador na Argentina capturou a explosão em quase 100 imagens tiradas com uma câmera semicondutora de óxido metálico complementar.

“Isso é completamente incomum e era algo que muitas pessoas procuravam ao redor do mundo sem ter sucesso”, diz Bersten. “Foi incrível.”

Bersten e seus colegas analisaram a luz da supernova e descobriram que ela combina com os modelos da primeira fase de uma supernova chamada fase de choque, em que uma onda de choque do colapso de uma estrela maciça ricocheteia de volta do núcleo da estrela e empurra o material estelar para o exterior.


Fonte: Science News