NaturezaEssa simpática água-viva é a criatura mais mortífera do oceano

Linda, mas extremamente mortal.
Damares Alves4 meses atrás
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Apesar da aparência simpática e o encantador tom de azul translucido, um toque dessa água-viva produz uma dor súbita tão intensa que pode fazer com que a vítima se afogue.

A água-viva-caixa-australiana é considerada a criatura mais perigosa do mundo e pode ser encontrada principalmente em regiões da Austrália e da Ásia.

Também conhecidas como vespas do mar, o veneno desse animal pode atingir o coração, o sistema nervoso e as células da pele da vítima. Ele é tão doloroso que a vítima entra em choque, se afoga ou falece de parada cardíaca antes mesmo de sair da água.

O veneno mortal

Com tentáculos de cerca de um metro, essas medusas têm milhares de cnidoblastos, células urticantes com um filamento em forma de arpão que pode injetar, ao simples toque, um potente veneno que é tóxico para os nervos, coração e as células dos outros animais. O mais leve toque produz uma dor súbita e indescritível, tão intensa que pode causar um choque e fazer com que a vítima se afogue, caso não morra antes de parada respiratória ou colapso cardiovascular. Seu veneno é 500 vezes mais potente que o da caravela Portuguesa.

Um perigo invisível

Com seu corpo quase transparente, a vespa-do-mar é quase invisível nas água oceânicas.

Essa característica impede que muitas pessoas, ao serem atingidas pelos tentáculos do animal, saibam o que lhes causa a dor tão terrível, que pode ser seguida de morte.

Cuidado por onde nada

Seu habitat se limita às águas do continente australiano e sudeste da Ásia. Elas habitam partes do Oceano Índico, Pacífico e da Grande Barreira de Corais. Vespas marinhas também já foram encontradas nas águas da costa oeste da Austrália.

A maioria das picadas em humanos são relatadas nas águas oceânicas de Queensland, na costa leste da Austrália. Acredita-se que a vespa marinha também seja responsável por picadas registradas perto das Filipinas.

Melhor evitar as calmas águas australianas…

FONTE / National Geographic